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Distrito Sala
Detalhe Evento
Tanto Mar - Festival Internacional de Artes Performativas de Loulé

Tanto Mar - Festival Internacional de Artes Performativas de Loulé

Teatro & Arte | Festival de Teatro

Cine-teatro Louletano

CineTeatro
Classificação Etária
Maiores de 12 anos
Bilhete Pago
A partir dos 3 anos
2019
mar
07
a
2019
mar
09

Próxima Sessão

07 mar 2019 21:30
Dias
Hrs
Min
Seg

Duração

120 minutos

Abertura Portas

21:00

Intervalo

Sem Intervalo.

Promotor

Câmara Municipal de Loulé

Sinopse

Tanto Mar - Festival Internacional de Artes Performativas de Loulé
Pela folha de medronho - Associação de Artes Performativas

A folha de medronho, em co-produção com a Câmara Municipal de Loulé/Cine-Teatro Louletano, apresenta a 1.ª edição de um festival que pretende privilegiar a relação com grupos e criadores portugueses instalados fora da macrocefalia da cidade grande, que desenvolvem trabalho substancial e inovador, assim como projetos oriundos de países onde o português é a língua oficial. Ao mesmo tempo, intenta-se transformar o Tanto Mar em interface para a circulação de espetáculos em Portugal, assim como projetar Loulé como futuro centro das artes performativas dos países falantes de português.


PROGRAMA*

07 março 21h30
Kangalutas, pelo GTO/folha de medronho (Guiné-Bissau/Portugal)

Drama e comédia misturam-se nesta peça que nos leva a revisitar uma faceta pouco (re)conhecida de um passado ainda presente, vivido por muitos guineenses e portugueses. Embaralhando factos e memórias (reais e fictícias), deles fazendo uma trama tecida em torno das vicissitudes do amor, feridas do passado e conflitos de interesses, pretende-se com este espetáculo convidar à análise do quotidiano de um país à procura de si próprio e trazer à tona a natureza humanista do que devem ser as relações entre povos e cidadãos, longe do espetro da dominação, da intolerância e da discriminação racial.

Texto: Abdulai Sila / Adaptação, dramaturgia, encenação e direção artística: João de Mello Alvim / Assistência ao encenador: Edilta da Silva Dias / Interpretação: Alexandra Diogo, Edilta da Silva Dias e Elsa Maria Ramos Gomes / Direção de produção: José Carlos Lopes Correia / Assistente de produção: Vladimir Mário Vieira / Cenário e figurinos: Domingos da Silva e João de Mello Alvim / Recolha de sons: Mamadú Cabiro Djá / Banda sonora: Mário de Oliveira e Elsa Maria Ramos Gomes / Fotografia, cartaz e programa: José Luís Aguilar / Vídeo: Atcho Express / Direção de cena: Edilta da Silva Dias

75 minutos ~ M/12


08 março 21h30
2 Estranhos, pela Companhia CriArTeatro (Mindelo, Cabo Verde)

Marido e Mulher. Um casal. Eles estão em busca de uma igreja chamada Some Dor, que fica numa rua, desconhecido, o cemitério é único que identifica (pelo cheiro do cemitério), Some Dor é a única igreja que existe neste lugar que é isolado do mundo, onde ninguém sabe onde é e nem como chegar. Eles chamam-se apenas Marido e Mulher e comportam-se como se não fossem desse mundo ou dessa época. Vestem-se de molambos, são deformados, estranhos no modo de ser e praticam atos de muita crueldade e são indiferentes a isso. O motivo de quererem chegar a essa igreja é para casar, apesar de já viverem juntos há 10 anos.

Texto original: Adilson Spínola / Dramaturgia e encenação: Adilson Spínola / Assistente: Fred Fortes / Intérpretes: Christie Giselle, Roberto Fortes / Figurinos: Coletivo / Sonoplastia: Adilson Spínola, Dy Fortes / Comunicação: Cibel Delgado / Produção: Admilson Fortes, Helena Teixeira / Técnica: Admilson Fortes, Adilson Spínola

60 minutos ~ M/16


09 março 21h30
Desmontagem Evocando os mortos Poéticas da Experiência, pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (Brasil)

A desmontagem Evocando os mortos Poéticas da experiência refaz o caminho do ator na criação de personagens emblemáticas da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Género, abordando a violência contra a mulher nas suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.

Seguindo a linha de investigação sobre teatro ritual de origem artaudiana e performance contemporânea, a desmontagem de Tânia Farias propõe um mergulho num fazer teatral onde o trabalho autoral do ator condensa um ato real com um ato simbólico, provocando experiências que dissolvam os limites entre arte e vida, e ao mesmo tempo potencializem a reflexão e o autoconhecimento.

Desvelando os processos de criação de diferentes personagens, criadas entre 1999 e 2011, a atriz deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação. Através da ativação da memória corporal, a atriz faz surgir e desaparecer as personagens, realizando uma espécie de ritual de evocação dos seus mortos para compreensão dos desafios de fazer teatro nos dias de hoje.

Criação da atuadora Tânia Farias a partir de quatro personagens de espetáculos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz / Conceção e interpretação: Tânia Farias / Produção: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

90 minutos ~ M/16


*O festival inclui ainda várias atividades paralelas a desenvolver em diferentes espaços.
Ver programa completo em: www.facebook.com/medronhoartes/

Preços

Preço único (por dia/peça): 5 €

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